PF deflagra operação que combate garimpo ilegal no Pará

Operação Ouro Frio II foi deflagrada na última segunda-feira (12)

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As informações foram apuradas pelo Folha Go! no site oficial da Polícia Federal e redigidas diretamente de Belém (PA). Na última segunda-feira (12) a Polícia Federal deflagrou a operação “Ouro Frio II” no estado do Pará. O objetivo foi combater a exploração de ouro por garimpos ilegais na Amazônia.

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A operação segue em andamento nesta terça-feira (13) e é a segunda fase da operação que iniciou na última sexta-feira (09). Nessa fase anterior, a operação buscou o sequestro de bens avaliados em R$14 milhões e apreendeu mais de 44kg de ouro que provavelmente possui origem clandestina, da Reserva Maicuru, avaliados em R$14,8 milhões.

A ação iniciada na última sexta-feira (09) faz parte da Operação Verde Brasil 2, que visa a proteção da Amazônia e de outros biomas. Essas atividades são coordenadas pela vice-presidência em uma ação conjunta com as Forças Armadas (Exército, Marinha e Força Aérea do Brasil) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

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Na missão, foram inutilizados equipamentos e pistas de pouso utilizadas no abastecimento de garimpos clandestinos realizados Reserva Nacional do Cobre e seus Associados (RENCA), no Pará. A região é considerada inóspita e de difícil acesso.

Já na segunda etapa, o objetivo foi identificar a rede criminosa envolvida na extração, processamento e comercialização ilegal do ouro, crime previsto no artigo  2º da Lei 8.176/91 (usurpação de bem da União) e artigo 55 da Lei 9.605/98 (lavra clandestina). Somados, os dois crimes podem levar aos criminosos uma pena superior a 5 anos de reclusão.

A investigação identificou que durante o processo de exploração ilegal do ouro  foram feitas tentativas de “legalizar” a operação, buscando documentação legal para a exploração do ouro em local de reserva ambiental.

“Ouro Frio”, o nome da operação, faz referência justamente ao caráter clandestino da exploração desse outro apreendido, da falta de documentação legal para a realização desse garimpo.

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