O Pix está valendo a pena? Veja a análise sobre essa forma de pagamento

Confira o desempenho da modalidade até o momento

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No final de 2020, mais precisamente no dia 16 de novembro, o Banco Central do Brasil lançou o Pix, uma nova forma de pagamento instantânea. O intuito era o de proporcionar mais agilidade nos pagamentos e transferências. Realizando processos em poucos segundos, a qualquer hora ou dia. Entenda mais hoje (26/03) sobre isso, no Folha Go.

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Em linhas gerais, a ferramenta consistiria em um sistema de pagamentos instantâneos, objetivando em termos práticos, substituir o TED e o DOC, além dos boletos também.

Os usuários teriam, assim, a oportunidade de enviar e receber dinheiro pelo computador e celular, com a transação levando no máximo 10 segundos. Além, claro, do funcionamento gratuito 24 horas por dia, inclusive, finais de semana e feriados. Mas o recurso tem valido a pena para quem opta por seu uso?

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Como foi o desempenho do Pix desde o seu lançamento?

Segundo números informados pelo Banco Central, o Pix movimentou em 2020 cerca de R$ 150 bilhões, distribuídos em aproximadamente 176 milhões de transações. Diariamente, o fluxo diário de pagamentos girou em torno de 3,3 bilhões. Levando-se em consideração apenas os 2 primeiros meses que o sistema esteve funcionando.

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Ademais, a maior parte das transações ocorreram entre pessoas físicas – 85% entre os meses de novembro e dezembro. Mas houve também um volume considerável de transações entre empresas e pessoas físicas. A maioria das transações ocorreram no formato de transferências.

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O Pix está valendo a pena? Leia aqui e veja a análise sobre essa forma de pagamento e o desempenho que ela tem apresentado. Fonte da imagem: Pixabay

O volume de transações do tipo Pix Copia e Cola foi menor que os das transferências. Possivelmente uma parte da explicação para isso, foi o fato de que nem todas as instituições financeiras ou estabelecimentos comerciais aderiram ou adaptaram, ainda, a esse subtipo de pagamentos.

A despeito disso, pode-se afirmar que as transações que ocorreram dessa forma foram muito benéficas para empresas e consumidores. Para as empresas foi positivo pelo fato de terem seus rendimentos em mãos mais rapidamente, beneficiando, desse modo, o fluxo de caixa.

Por outro lado, para os consumidores, a ferramenta tem permitido que fiquem mais tranquilos com o pagamento em dia de suas contas. No caso de boletos de compras realizadas pela Internet, por exemplo, permitiu que a compensação fosse muito mais rápida e, consequentemente, o recebimento do produto da compra também.

Afinal, vale ou não a pena?

Diante desse cenário, pode-se dizer que sim, o Pix tem valido a pena. Tanto para os consumidores, quanto para empresas.

A praticidade e agilidade da ferramenta dinamiza as transações comerciais, o que é favorável para todos.

E a expectativa é de os benefícios proporcionados só aumentem, com supostas novas funcionalidades a serem desenvolvidas dentro dessa modalidade de pagamento instantâneo.

Fazer transferência pelo Pix é seguro mesmo?

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