A Confederação Brasileira de Futebol também explicou a confusão, que se deu por conta de um cartão amarelo ao atacante Vina, do Ceará.

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“Acontece que uma comunicação paralela, mantida entre o árbitro central e o quarto árbitro, a respeito da aplicação de um cartão amarelo para um jogador do Ceará, prejudicou a comunicação que vinha sendo mantida entre o árbitro de campo e o VAR. E fez com que o árbitro central não ouvisse a solicitação da cabine do VAR e autorizasse o reinício da partida”.

No final da nota oficial, que foi emitida pela Comissão Nacional de Arbitragem, também foi informado que será aberta a possibilidade aos dirigentes de Ceará e São Paulo de comparecerem na sede da CBF para dar mais esclarecimentos, se for preciso.

São Paulo decidiu não pedir para anular a partida

Logo depois do jogo, na quarta-feira, dia 25 de novembro, o diretor de futebol do São Paulo, Raí, disse sobre o erro, que tinha sido um “absurdo” e informou que iria pedir esclarecimentos para a entidade.