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Esgotamento e demissões: bailarinas do Faustão temem futuro na Band

Elas relatam que estão esgotadas devido a carga horária

Foto do revisor (Ellen Alves)
Revisado por: (Ellen Alves)
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São José do Rio Preto, 13 de maio, por Isadora Vilela para Folha Go – Aparentemente o clima não tem sido bom nos bastidores do Band. As bailarinas do Faustão relatam que têm ficado esgotadas emocional e fisicamente. Isso ocorre devido a uma onda de demissões que acontece desde março desse ano, além de uma carga horária de trabalho muito alta.

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Das 30 bailarinas do Faustão, que iniciaram em janeiro no programa “Faustão na Band“, sete foram demitidas.  Uma delas foi Paula Santos, famosa por ter ganhado destaque na Dança dos Famosos, da TV Globo e que também já foi finalista do “Danças das Feras”, da Band.

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A respeito do seu desligamento, Paula, procurada pela coluna Splash, detalha: “Não tenho interesse em levar adiante as coisas que vivi lá. Desejo sorte para quem continua. Para mim, é uma página virada. Sou feliz e grata pelo tempo que vivi. Hoje me encontro numa nova fase, inclusive até melhor.”

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Em contrapartida, outras dançarinas reclamam da carga horária exorbitante. Além de passarem mais de 12 horas no estúdio, elas também levam tarefa para casa, pois tem que aprender as coreografias por vídeo. Em consequência disso, muitas perdem oportunidades de trabalho em eventos ou lojas.

Além disso, muitas têm medo de perder o emprego e acabam se submetendo a certas condições difíceis, como não poder deixar o carro no estacionamento da emissora. Então, elas têm que caminhar a noite, correndo perigo. A assessoria de imprensa da Band diz que as informações não procedem.

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Cobrança na família

Durante as gravações do quadro Mochila do Riso, do Faustão na Band, algumas dançarinas se abriram sobre sua vida pessoal, falando sobre cobranças da família com base na profissão que escolheram seguir.

Uma delas conta com parente que manda prestar concurso público. “Nossa, como tem comparação. A gente que é bailarina, eles falam ‘por que você não foi prestar concurso?”, disse Nathalia Ramos, campeã de Dança das Feras. “Eu não queria, eu queria dançar aqui”, completa.

Ao concordar com a colega, Emanuele Pamplona afirma que uma tia dizia que ser bailarina não era o suficiente para garantir seu futuro. “Minha tia falava: ‘Minha filha, vai fazer uma faculdade, modelo não vai dar dinheiro’. Eu fui lá, fiz a faculdade e sou modelo”, relatou.

A conversa aconteceu quando o humorista Stevan Gaipo fez a galera rir ao falar sobre padrões de comparação nas famílias, principalmente aquelas que têm um “primo exemplar”.

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