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4º Parede: filmes que quebram os limites; veja

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Hoje, 3 de novembro de 2021, no Folha Go, na sessão Robson Lemes, iremos falar sobre filmes que quebram a 4º parede.  E para quem não sabe, quebrar a quarta parede, é quando o personagem passa a conversar com você que está assistindo. Igual o Deadpool faz (melhor forma de explicar hoje em dia).

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E tem diversos filmes que já usaram desse recurso, que em alguns filmes cai muito bem, pois ajuda a entender o filme melhor, ou deixar ele menos entediante.

4º Parede - Filmes que quebram os limites / Reprodução: Google Imagens
4º Parede – Filmes que quebram os limites / Reprodução: Google Imagens

Quebrando a 4º Parede, temos “Alfie”:

Esse é sem dúvidas um dos melhores filmes do Jude Law (na minha opinião), pois o fato dele quebrar a 4º parede no início do filme e em algumas outras cenas, te deixa tão conectado ao personagem, que você não só passa a entender ele, como a sentir o que está passando na vida conturbada dele.

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É um filme para se divertir, mas também para se envolver e querer assistir diversas vezes. É um filme diferente, divertido, e dramático.

A Grande Aposta:

No filme indicado a 5 Oscars, o Diretor e Roteirista Adam Mckay, utiliza do recurso para explicar ao público a trama econômica complicada do filme.

Michael Burry (Christian Bale) é o dono de uma empresa de médio porte, que decide investir muito dinheiro do fundo que coordena ao apostar que o sistema imobiliário nos Estados Unidos irá quebrar em breve. Tal decisão gera complicações junto aos investidores, já que nunca antes alguém havia apostado contra o sistema e levado vantagem. Ao saber destes investimentos, o corretor Jared Vennett (Ryan Gosling) percebe a oportunidade e passa a oferecê-la a seus clientes. Um deles é Mark Baum (Steve Carell), o dono de uma corretora que enfrenta problemas pessoais desde que seu irmão se suicidou. Paralelamente, dois iniciantes na Bolsa de Valores percebem que podem ganhar muito dinheiro ao apostar na crise imobiliária e, para tanto, pedem ajuda a um guru de Wall Street, Ben Rickert (Brad Pitt), que vive recluso.

Porém, das 5 Indicações, só levou uma, de melhor roteiro adaptado.

Quanto mais idiota melhor:

O filme é baseado em um quadro do Saturday Night Live, Mike Myers colocou Wayne Campbell para falar com o público, usando o recurso até para fazer o Product Placement mais divertido do cinema.

O filme conta a história de dois grandes amigos, os metaleiros Wayne (Mike Myers) e Garth (Dana Carvey). Eles produziam, diretamente do porão de Wayne, um talk-show chamado “O Mundo de Wayne” e transmitiam para uma rede de tv local. O programa chama a atenção de um executivo de uma grande rede de televisão que tem o interesse de fazer uma versão de alto orçamento do programa.

Clube da Luta:

Esse é um dos clássicos do cinema, usando do recurso de quebrar a 4º parede, ele apresenta os personagens para gente, e faz com que nos sintamos parte do filme. Inclusive, esse é um recurso muito usado pelo diretor David Fincher, da série da Netflix, House of Cards.

Jack (Edward Norton) é um executivo jovem, trabalha como investigador de seguros, mora confortavelmente, mas ele está ficando cada vez mais insatisfeito com sua vida medíocre. Para piorar, ele está enfrentando uma terrível crise de insônia, até que encontra uma cura inusitada para a sua falta de sono ao frequentar grupos de auto-ajuda. Nesses encontros ele passa a conviver com pessoas problemáticas, como a viciada Marla Singer (Helena Bonham Carter) e a conhecer estranhos como Tyler Durden (Brad Pitt). Misterioso e cheio de ideias, Tyler apresenta para Jack um grupo secreto que se encontra para extravasar suas angústias e tensões através de violentos combates corporais.

Curtindo a vida Adoidado:

Esse é o maior clássico que passa por aqui hoje, é um filme divertido, e marcado pela quebra da 4º parede. Com ótimas cenas ali no início do filme, quando o Ferris nos ensina a matar aula, dá dicas, e conversa com a gente. Acabou nos tornando cúmplices né.

No último semestre do curso do colégio, Ferris Bueller (Matthew Broderick) sente um incontrolável desejo de matar a aula. Contudo, planeja um grande programa na cidade com sua namorada (Mia Sara), seu melhor amigo (Alan Ruck) e uma Ferrari. Porém, só que para poder realizar seu desejo ele precisa escapar do diretor do colégio (Jeffrey Jones) e de sua irmã (Jennifer Grey).

Violência Gratuita:

Um clássico também, porém, com duas versões, uma de 1997 e outra de 2007. Com cenas bem fortes e chocantes, com os assassinos quebrando a quarta parede, perguntando se você, telespectador, está gostando da violência. Isso nos trás uma reflexão: Por que consumimos tanta violência gratuita e na maioria das vezes gostamos?

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Se você for forte suficiente para assistir ao filme, vá em frente. Recomendamos a versão de 1997, pois é mais direta na mensagem que quer passar. Enquanto o de 2007 é mais leve e nem sempre transparece a mensagem real do filme.

“Uma família em férias recebe a inesperada visita de dois jovens profundamente perturbados em sua casa de campo, aparentemente calma e tranquila. A partir de então suas férias de sonhos se transformam em pesadelo. Quando eles apostam se a família consegue sobreviver até o amanhecer com as torturas dos dois.”

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