Fundadoras da UseCripto falaram sobre o Bitcoin. Veja

Reprodução/Redes Sociais
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Hoje dia (01) de novembro de 2021. A equipe do Folha Go traz as principais informações sobre o comentário das fundadoras da Usecripto sobre o crescimento do Bitcoin. Vamos entender os detalhes.

O UseCripto, criado em 2019 pelas sócias Kaká Furlan e Carol Souza, comenta sobre o crescimento do bitcoin.

O projeto consiste na transmissão de conteúdos educacionais a respeito do mercado de criptoativos, com foco maior no bitcoin.

O conteúdo busca em suma, explicar a usabilidade da moeda digital e seus benefícios como meio de pagamento.

Fundadoras da UseCripto falaram sobre o Bitcoin. Veja
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O Brasil e a aceitação das criptomoedas

Segundo Carol Souza, “o país avança nesse quesito quando discute e debate sobre o assunto. Não tem mais como ignorar”, disse.

Além disso, ela observa a mudança de postura do próprio Banco Central, que até 2020, não planejava regular o bitcoin, e direcionava todo foco ao PIX e à CDBC”.

Ou seja, a mudança da realidade atual existe, apesar de ser gradual e de exigir por parte dos já ativos no mercado um pouco de paciência. Nesse trajeto, a UseCripto comenta o crescimento do bitcoin.

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A possibilidade do real digital

De acordo com Carol, o Brasil já poderá ter a sua moeda digital em 2022 ou 2023, ou seja, a regulamentação deve ocorrer nesse espaço de tempo.

Isso porque, “se o governo brasileiro vai lançar uma CBDC, provavelmente já vai guiar todo o posicionamento do Banco Central em relação às criptomoedas”, afirma.

O que fazer para incentivar a adoção do bitcoin?

A princípio, de acordo com Kaká, o uso pelos empreendedores é o maior incentivo, dado que há um maior número deles aceitando o bitcoin em seus negócios.

Isso ocorre porque, à medida que o assunto vem mais à tona, o interesse em investir, aceitar e o adotar como moeda só aumenta cada vez mais.

Depois, o aspecto econômico. Nesse caso, existe a perspectiva do empreendedor e também da população perante a economia. Ou seja, através do conhecimento das potências da moeda, todos terão interesse de tê-la em suas carteiras.

A aceitação das criptomoedas

A crise instaurada pela pandemia acentuou em todo mundo a necessidade da digitalização de muitas coisas, especialmente da economia.

Nesse aspecto, há todo um processo de expansão monetária de vários bancos, e as pessoas estão começando a estar mais por dentro disso tudo.

Fundadoras da UseCripto falaram sobre o Bitcoin. Veja
Créditos de imagem pixabay

Além disso, o mercado, investidores e grandes gestores estão começando a tratar o bitcoin como uma reserva de valor. E isso tem sido impulsionado pela crise do coronavírus e pela necessidade que a expansão monetária gerou.

“É muito curioso, por exemplo, ver que muitos dos que falavam que o bitcoin não era reserva de valor estão começando a voltar atrás”, comentam.

Por fim, as criadoras do UseCripto falam ainda da importância da sua atuação no processo educacional que visa transformar o conceito das pessoas com relação à moeda, que, de certo modo, foi inovador no Brasil.

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