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Sammy Lee perde mãe de apenas 44 anos: o dia mais difícil da minha vida

Sammy Lee ainda diz ser o dia mais difícil de sua vida

Sammy Lee. Reprodução do Instagram. Mãe
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Na tarde desta segunda-feira (12), Sammy Lee anunciou a morte de sua mãe, que a deixou aos 44 anos. A publicação, feita nas redes sociais, teve um tom triste e de bastante melancolia, mostrando que Sammy está passando por um momento muito difícil.

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Sammy Lee não permitiu comentários na sua publicação, apesar de estar recebendo todo o carinho e os votos de luto pelos seus admirados. É de se imaginar que ela não queira receber mensagens, apenas meditar melhor sobre a morte de sua mãe.

Sammy Lee declara:

“Oi mãe, perder você de ontem pra hoje fez ser o dia mais difícil da minha vida.
Eu pude estar contigo nas suas últimas horas de vida, cuidando de você como você cuidou de mim, e naquele momento, mais nada importava, só a nossa esperança. […] Eu te amo muito muito muito muito muito, e eu sempre vou te amar! Vou contar nossas melhores histórias para o Jake, ele vai saber a vó guerreira que ele tem! 44 anos e já vai conhecer o paraíso; um dia vamos nos encontrar! Eu estou sendo forte pelos meus irmãos e meu filho, sendo a força que você foi até agora na família. Deus, te amo, e confio no seu amor.”, legendou Sammy Lee.

A dor de perder a mãe

O curso natural da vida nos fornece coisas que são esperadas. A morte, por exemplo, é uma delas. Sabemos que não há escapatória para nós e para as outras pessoas, sobretudo os mais próximos. O que sabemos, no entanto, é que podemos nos preparar, de alguma forma, contra a tristeza que nos assola na morte de uma pessoa querida. Essa preparação é algo que todo mundo deveria fazer ao menos uma vez por ano: imaginar a morte do familiar.

Quando, de antemão, conseguimos pensar e analisar melhor a possibilidade de uma pessoa querida nos deixar, ficamos mais consolados com a tristeza inevitável que será a morte. Claro que uma hora, de fato, a morte chega. Nesse momento, não adianta: alguns a passarão de uma determinada forma, outros de outra… mas a dor é inevitável, mesmo que meditemos sobre isso.

Meditar na morte é saber que a vida tem fim e que devemos, portanto, aproveitar ao máximo cada momento. Esse aproveitar cada momento vem de encontro com tudo aquilo que poderíamos ter feito, poderíamos ter sido, e não fizemos, e não fomos. Dar o melhor de si, amar de verdade e ir ao encontro com todo o amor possível que é a caridade é o que, no fim, realmente importa: mais do que bens, mais do que status, mais do que qualquer outra coisa – amar quem queremos bem.

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