Auxílio emergencial deve retornar em março, diz Bolsonaro

Em conversa com jornalistas no Maranhão, o presidente da República indicou a possibilidade de criação de novas 04 parcelas

Auxílio emergencial deve retornar em março, diz Bolsonaro - Foto: Portal SB24Horas
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Ontem, 11/02, o presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou que o auxílio emergencial deve retornar ainda em março. A afirmação ocorreu em um evento do governo, realizado na cidade de Alcântara, no Maranhão. Assim, veja expectativas das novas parcelas hoje, 12/02.

Os boatos sobre os novos pagamentos já existiam desde o final de 2020, quando o auxílio chegou ao fim. Por isso, a declaração feita por Bolsonaro ganha ainda mais relevância, eis que os reflexos negativos da pandemia sobre a economia ainda são visíveis.

Embora o presidente tenha feito algumas ressalvas em relação ao retorno das parcelas emergenciais, tem-se como certa a criação de novos pagamentos. As declarações, aliás, foram reafirmadas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

auxílio emergencial
Auxílio de emergência deve beneficiar 32 milhões de brasileiros – Foto: Mercado e Consumo

Auxílio emergencial deve voltar em março

Segundo as afirmações de Jair Bolsonaro realizadas ontem, 11/02, o Governo Federal tem a intenção de retomar o pagamento do benefício de emergência no próximo mês. Contudo, indicou a necessidade de colaboração com o Congresso Nacional.

A indicação do retorno do benefício ocorreu após um evento no Maranhão, na cidade de Alcântara. Apesar de indicar a volta dos pagamentos, o presidente indicou desconhecimento, até o momento, de quanto será o auxílio emergencial:

Está quase certo, ainda não sabemos o valor. Com toda certeza – pode não ser – a partir de março, (por) três, quatro meses (…) Isso que está sendo acertado com o Executivo e com o Parlamento também porque temos que ter responsabilidade fiscal.

Prorrogação do benefício de emergência deve abarcar 04 parcelas

Contudo, Bolsonaro também indicou a impossibilidade de prorrogar indefinidamente o pagamento do auxílio emergencial. Segundo ele, isso “quebraria” o país e aumentaria ainda mais a dívida do Brasil, que já se encontraria em R$ 5 trilhões:

Devemos cuidar dos mais idosos e quem tem comorbidade, o resto tem que trabalhar, caso contrário, se nos endividarmos muito o Brasil pode perder crédito e daí a inflação vem, a dívida já está em R$ 5 trilhões, daí vem o caos. Ninguém quer isso aí.

Dessa forma, tem-se como certa a volta do benefício. Ao mesmo tempo, deve-se aguardar a divulgação das novas regras. Segundo Paulo Guedes, somente 32 milhões de brasileiros devem receber o auxílio. Isso corresponde, então, à metade do número de beneficiários do ano passado.

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