Pix será cobrado? Entenda as mudanças a partir de agora

Veja o que muda nos pagamentos feitos através do Pix

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O Pix se tornou a ferramenta queridinha dos brasileiros na hora de realizar pagamentos. No entanto, algumas informações veiculadas na mídia recentemente deixou muitas pessoas em dúvidas em relação a gratuidade desse serviço. Portanto, hoje (18/07) entenda se o Pix será cobrado e quais as mudanças a partir de agora.
Pix será cobrado?
O Pix foi desenvolvido pelo Banco Central do Brasil e está funcionando a mais de 8 meses. O grande diferencial do Pix, é que os pagamentos podem ser feitos em menos de 10 segundos e 24 horas por dia, incluindo finais de semana e feriados, e é claro ser gratuito.

Dessa forma, muitos brasileiros já aderiram ao novo sistema de pagamento instantâneo, o que facilitou e muito a vida financeira.

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É possível cadastrar uma chave, podendo ser o CPF, CNPJ, número de celular, e-mail ou um código de 32 dígitos gerado especificamente para o PIX para realizar os pagamentos.
O que mudou no Pix?
Desde maio de 2021, o Pix passou a ser cobrado. Mas entenda: essa cobrança só está em vigor para as Pessoas Jurídicas, ou seja, para as empresas.

Isso aconteceu porque desde a fase inicial do Pix, o Banco Central autorizou as instituições financeiras a fazerem as cobranças para as empresas. Porém, as taxas em transações mediante Pix não eram obrigatórias e continuam não sendo.

Segundo o Banco Central as pessoas jurídicas não recebem a mesma isenção de taxas que as pessoas físicas. Dessa forma, os valores das taxas poderão ser definidos de acordo com cada instituição, ficando resguardado o dever de informar os valores aos clientes de forma clara.

Estes deverão constar nos comprovantes de envio e recebimentos, bem como nos extratos das contas e canais de informação.

Diante desta autorização do Banco Central, algumas instituições começaram a cobrar taxas para os pagamentos feitos através do Pix. Sendo elas Itaú, Banco do Brasil, Bradesco e Santander.
Cobrança do Pix para empresas – quais os valores?
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A cobrança da taxa está vigente desde o início do mês de fevereiro de 2021, de acordo com a Tabela Geral de Tarifas-Empresas.

Sendo importante destacar que a taxa Pix equivale a 1,45% do valor pago, tendo o valor mínimo de R$ 1,75 e o máximo de R$ 9,60.

Dessa forma, a taxa estipulada para transferência por cada instituição financeira está descrita abaixo. Confira:

Bradesco: 1,4% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 1,65 e máxima de R$ 9;
Itaú: 1,45% do valor pago com tarifa mínima de R$ 1,75 e máxima de R$ 9,60;
Banco do Brasil: 0,99% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 1 e máxima de R$ 10; e
Santander: 1% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 0,50 e máxima de R$ 10.

No entanto, mesmo com essa mudança, os valores das tarifas ainda são menores que outros canais de pagamento, como cartão de credito, TED ou DOC. Sendo bastante vantajoso utilizar o Pix em suas transações.
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Sua conta de energia vai aumentar. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), já estima aumento nas tarifas, e isso não vai sair barato, sem contar os riscos de racionamento e blecaute.

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