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Cinco anos do impeachment de Dilma Rousseff: parlamentares relembram

Data foi comentada por apoiadores e oposição do governo

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Alguns parlamentares, da base aliada e da oposição, relembraram o impeachment de Dilma Rousseff que completou cinco anos neste sábado (17/04).

Ocorrido em 2016, o processo de destituição da então presidenta foi marcado por muitas opiniões divergentes entre o Parlamento e a sociedade, principalmente com relação às classes mais pobres da população.

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Diferentemente de como ocorreu em 1992 com o impeachment do presidente Fernando Collor, o processo de Dilma Rousseff foi considerado, por quem a defendia, como um golpe político para retirar o Partido dos Trabalhadores (PT) do cargo máximo do governo.

O impeachment de Dilma Rousseff aconteceu em um contexto de baixa popularidade e aliança dentro do Congresso Nacional, além do desgaste do partido, crise econômica e do que foi considerado como crime das “pedaladas fiscais”.

Impeachment de Dilma Rousseff completa cinco anos

Ainda em 2015, 50 pedidos de impeachment foram protocolados na Câmara dos Deputados contra a presidenta.

Neste sábado (17) o impeachment de Dilma Rousseff completa cinco anos e foi relembrado por representantes do governo.

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Entre eles, o deputado Helder Salomão (PT-RS) compartilhou em sua conta oficial do Twitter:

Cinco anos do impeachment de Dilma Rousseff: parlamentares relembram
Imagem: Reprodução Twitter @heldersalomao

Já em tom de comemoração, o vereador Carmelo Neto (Rep) apoiador do governo Bolsonaro, comentou sobre o assunto:

Cinco anos do impeachment de Dilma Rousseff: parlamentares relembram
Imagem: Reprodução Twitter @carmelonetobr

Desse modo, o processo aconteceu da seguinte forma:

O processo de impeachment de Dilma Rousseff teve início em 2 de dezembro de 2015, quando o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha deu prosseguimento ao pedido dos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal. Com uma duração de 273 dias, o caso se encerrou em 31 de agosto de 2016, tendo como resultado a cassação do mandato, mas sem a perda dos direitos políticos de Dilma.

Na justificação para o pedido de impeachment, os juristas alegaram que a então presidente havia cometido crime de responsabilidade pela prática das chamadas “pedaladas fiscais” e pela edição de decretos de abertura de crédito sem a autorização do Congresso.

A acusação argumentou que os decretos autorizaram suplementação do orçamento em mais de R$ 95 bilhões e contribuíram para o descumprimento da meta fiscal de 2015. Disseram que o governo sabia da irregularidade porque já havia pedido revisão da meta quando editou os decretos e que o Legislativo não tinha sido consultado, como deveria ter sido feito antes da nova meta ser aprovada.

Fonte: Agência Senado

 

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