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Estudo sobre gravidez na adolescência no Distrito Federal

Codeplan divulga que resultados e dados do DF apresentaram melhora

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A Codeplan (Companhia de Planejamento do Distrito Federal) divulgou, na tarde dessa terça-feira (02), os resultados de um importante estudo por ela executado. Trata-se de um levantamento sobre gravidez na adolescência no Distrito Federal. A companhia desenvolveu essa pesquisa a fim de levantar dados atualizados sobre a situação e, felizmente, apresentou resultados animadores à sociedade. O Jornal de Brasília foi responsável pela divulgação dos dados.

De acordo com o estudo desenvolvido pela Codeplan, houve significativa redução do índice de adolescentes grávidas no DF. São números que, até 2008, estavam acima da média nacional. A partir de então, ficaram abaixo da média e, atualmente, é a menor do país (desde 2018). Ou seja, o avanço foi grande e notório, pois a gravidez na adolescência teve drástica redução no Distrito Federal.

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Esses dados são de extrema relevância porque indicam os rumos a serem tomados pelas autoridades a fim de estabelecer políticas públicas para a adolescência, pois estas estão amparadas pelo ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e possuem esse direito líquido e certo. Por isso, a Codeplan se debruçou sobre esse estudo. A ideia é traçar um panorama geral sobre o problema e encontrar soluções para ele.

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A gravidez na adolescência possui maior incidência entre os mais pobres

Algo que o estudo da Codeplan evidenciou é uma das maiores preocupações da sociedade. O fato de que a maior incidência de adolescentes grávidas se encontrar nas camadas mais pobres da sociedade. De acordo com o resultado do estudo, trata-se de um fenômeno mais acentuado nas populações de renda média-baixa e baixa. Por isso, a maior parte dos casos diagnosticados no Distrito Federal estão fora do centro da capital. Estes se concentram nas regiões mais afastadas.

Além disso, o estudo ainda traz detalhes mais aprofundados. Trata-se da idade em que a gravidez na adolescência ocorre entre as meninas. Essa idade está entre 15 e 19 anos. Entretanto, isso não anula o problema ainda mais grave, que é a gravidez entre meninas mais novas, entre 10 e 14 anos. Estas, em 2016, representavam 0,5% dos partos anuais no Distrito Federal.

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Por fim, o estudo da Codeplan indica ainda a principal raiz dessa problemática, que é a vulnerabilidade social das adolescentes grávidas. Portanto, o caminho para resolver esse problema são ações de assistência social.

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A gravidez na adolescência é questionada, mesmo quando esta é consentida

Na toada da necessidade de intervenção social para conter esse problema, a Codeplan ainda levantou outra dificuldade. Trata-se da gravidez na adolescência quando há consentimento da adolescente. De acordo com o estudo, o consentimento nem sempre é garantia de que está tudo bem no processo de gestação, pois a realidade é que diversas situações escusas podem levar a essa situação.

Em termos gerais, a Codeplan alerta para o fato de que, mesmo nesse aspecto, pode ser necessário um olhar social mais profundo. Essa será a dinâmica para que seja possível resolver esse problema. Resta agora ao Governo do Distrito Federal mensurar tudo isso e criar políticas públicas para atender essa parcela da sociedade.

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