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Pires do Rio – GO: após furar fila da vacina da COVID-19, Secretário de Saúde é afastado do cargo

O Poder Judiciário acatou o pedido feito pela Promotoria de Justiça da cidade

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No final da tarde dessa sexta-feira (22), a justiça goiana determinou o afastamento de Assis Silva Filho do cargo em que ocupa. A decisão veio após uma solicitação do Ministério Público, responsável pelas investigações contra o Secretário de Saúde. Ele está sendo acusado de fraudar o processo de vacina da COVID-19 no município. Ou seja, trata-se de um escândalo que deu notoriedade à pequena cidade do interior de Goiás.

Com o início da aplicação da vacina da COVID-19, levantou-se a suspeita de que a esposa do secretário foi vacinada. Entretanto, ela não faz parte dos grupos prioritários para essa etapa de vacinação. Assim, o Ministério Público de Pires do Rio recebeu a denúncia e prontamente iniciou a investigação. Contudo, não foi necessário aprofundar muito o processo, pois o próprio Secretário de Saúde confessou a fraude. Ele, que também é pastor evangélico, pediu o perdão de Deus, da igreja e do povo de Pires do Rio.

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Entenda o caso envolvendo a vacina da COVID-19 em Pires do Rio

O município de Pires do Rio iniciou o processo de vacina da COVID-19 no dia 20 de janeiro. Usando de suas prerrogativas, a administração pública organizou sua campanha de imunização. De acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde, deveriam estar nessa etapa os seguintes grupos prioritários:

  • Profissionais da saúde que atuam na linha de frente de enfrentamento à COVID-19;
  • Idosos acima de 60 anos que residem em instituições de longa permanência;
  • Pessoas maiores de 18 anos, portadoras de deficiência, que morem em residências inclusivas;
  • População indígena que vive em terras indígenas;
  • Quilombolas.

Entretanto, tendo em vista o reduzido número de vacinas, o município optou por vacinar apenas os profissionais da saúde. E desde que estejam na linha de frente de enfrentamento à COVID-19. Contudo, por solicitação de Assis Silva Filho, sua esposa recebeu a primeira dose da vacina da COVID-19.

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A princípio, foram alguns vereadores que se manifestaram e exigiram explicações sobre o caso. Por isso, o Ministério Público foi acionado. E frente a isso, o Secretário de Saúde fez o seu mea-culpa reconhecendo o ilícito.

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Secretário de saúde tentou se defender das acusações

Com o intuito de se defender das acusações, Assis Silva Filho fez uma live transmitida pelo Facebook. Nesta, ele disse que não teve a intenção de furar a fila da vacina da COVID-19. Também argumentou que a esposa o acompanha nas suas atividades, visitando as unidades de saúde. Logo em sequência, disse que ela é “quase uma voluntária” no trabalho de combate à COVID-19. E que seu ato foi para proteger a mulher da sua vida.

Em verdade, esse foi um discurso voltado para os membros da sua religião. Tanto que para embasar sua tese, ele recorreu aos personagens bíblicos. Em sua defesa, ele argumenta que muitos deles erraram e que ele errou também. E em dado momento, se diz entregue à justiça enquanto pede as escusas a Deus.

Na realidade sabe-se que tais justificativas não são persuasivas à justiça. Porque a análise técnica indica a fraude cometida. Tanto é verdade que seu afastamento foi prontamente deferido. E, agora, espera-se somente que a justiça aja e num julgamento justo indique o grau de sua culpa e a sua pena, caso necessária.

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