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Polícia Federal realiza a prisão em operação de Bitcoin

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A equipe do Folha GO, traz hoje no dia (18) as principais atualizações sobre a operação Kryptos, e te deixa muito bem informado sobre o mundo das criptomoedas e bitcoin. Então vamos conferir.

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Na quarta-feira, 25 de outubro, Glaidson Acácio dos Santos, dono da GAS Consultoria Bitcoin foi preso devido a operação Kryptos. A ação é realizada pela Polícia Federal, Ministério Público Federal e Receita Federal em todo o país.

A suspeita principal é de pirâmide financeira. Além de Santos, a polícia aprendeu mais de R$ 15,3 milhões de reais em espécies, sendo notas de real, euro, dólar e até mesmo barras de ouro.

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Polícia Federal realiza a prisão de Glaidson Acácio em operação de Bitcoin
Créditos da imagem freepik

Há mais 15 mandados de busca e apreensão e outros 9 de prisão para acontecerem em:

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  • Rio de Janeiro e São Paulo;
  • Ceará e Distrito Federal.

Operação Kryptos e Bitcoin

Esta operação, que está em execução há poucos mais de um mês, atua para acabar com grupos de fraudes com criptomoedas. Assim, a principal acusação é que as empresas praticam pirâmide financeira.

Dessa forma, clientes fazem investimentos, mas não recebem lucros, e muito menos os aportes são realizados.

Outras prisões

Tunay Pereira também foi preso recentemente, enquanto tentava fugir para Punta Cana pelo Aeroporto de Guarulhos. Além disso, também foi preso mais três operadores.

Balanço da operação até o momento

Foram mais de 15 mandados e 5 presos. Ao todo foram resgatados mais de R$13 milhões de Libras Esterlina, 591 Bitcoins, 21 veículos de luxos, joias, celulares e relógios.

Glaidson prometia lucro fácil em criptomoedas. Ou seja, que os investidores teriam um retorno de 100% ao mês. Mas, a GAS não reaplicava os aportes, enganando seus clientes.

Nos últimos seis anos, a empresa movimentou cifras bilionárias. Aliás, 50% dessa movimentação aconteceu no último ano.

Polícia Federal realiza a prisão de Glaidson Acácio em operação de Bitcoin
Créditos de imagem freepik

Fortuna de Glaidson / Bitcoin

Até 2014, Glaidson atuava como garçom e não recebia mais que R$800,00 por mês. Porém, já em 2021, ostentava em suas festas e teve mais de R$ 7 milhões apreendidos em um helicóptero.

Em depoimento para a polícia Glaidson negou que negociava criptomoedas. Em contrapartida, informou que atuava com tecnologia e softwares. Mas, para seus clientes informava que havia mais de 9 anos de experiência.

Há mais 10 outras empresas que oferecem lucros altos e rápidos e que estão como alvo da investigação.

Afinal, o que são pirâmides financeira?

Elas consistem em uma rede em que um entrante precisa pagar uma taxa para membros antigos. Assim, quando novos entrarem, eles também começam a receber. Portanto, buscam sempre mais pessoas para participar.

Defesa de Glaidson

O advogado de Glaidson afirma que a prisão foi uma surpresa. Aliás, afirma que não é crime ter R$20 milhões em casa e que não podem afirmar que o dinheiro seja de uma prática criminosa.

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