Mãe solteira que recebe Bolsa Família vai receber quanto de auxílio? Saiba mais

Para as mães solteiras que recebem o Bolsa Família e demais beneficiários do projeto, ainda restam duas parcelas da ajuda emergencial

O auxílio pago em razão da pandemia pela Covid-19 está chegando ao fim. Segundo o governo, a ajuda emergencial não será prorrogada, porém, caso haja uma segunda onda de contaminação no Brasil, uma nova expansão do auxílio tem chances de ser efetivada. Desse modo, mãe solteira que recebe Bolsa Família vai receber quanto de auxílio até o final do ano? O Folha Go te responde agora mesmo nesta sexta-feira (13/11).

Mãe solteira que recebe Bolsa Família vai receber quanto de auxílio? Saiba mais
Mãe solteira que recebe Bolsa Família vai receber quanto de auxílio? Saiba mais – Imagem: Divulgação G1

Para a grande maioria dos beneficiários do Bolsa Família, a renda foi aumentada consideravelmente desde abril, pois o programa assistencialista foi substituído temporariamente.

Portanto, confira maiores informações acerca do valor pago às mulheres chefes de família e uma possível projeção, caso o benefício perdure em 2021.

Leia também: Consulta Bolsa Família pelo nome: saiba como fazer e confira outras alternativas

Mãe solteira que recebe Bolsa Família vai receber quanto de auxílio emergencial

Desde o início do pagamento do auxílio emergencial em abril, as mães chefes de família têm direito a duas cotas do benefício.

Desse modo, as parcelas pagas até agosto repassadas para esse público foram de R$ 1.200. Porém, com a prorrogação em setembro, o valor foi reduzido pela metade.

Sendo assim, mãe solteira que recebe Bolsa Família vai receber quanto de auxílio residual? Depois da mudança nos valores, as mães solos estão tendo direito às cotas de R$ 600 e assim acontecerá até dezembro.

Para as demais categorias atendidas pelo auxílio, os valores também foram alterados: de abril a agosto receberam parcelas de R$ 600, em setembro o valor já caiu pela metade. Assim, receberão até o final do ano, cotas de R$ 300.

Tendo isso em vista, a participação no Bolsa Família facilitou a entrada no auxílio emergencial (agora chamado de residual), pois entre as categorias contempladas, estão os beneficiários do programa que atendem às especificações do auxílio.

Portanto, para as mães solteiras que recebem o Bolsa Família e demais beneficiários do projeto, ainda restam duas parcelas da ajuda emergencial, correspondentes a este mês (novembro) e dezembro.

Cronograma de pagamento

O calendário Bolsa Família novembro 2020, determina o pagamento da 8ª parcela do auxílio residual e o pagamento do próprio Bolsa Família nas seguintes datas:

  • Beneficiários com NIS final 1 – recebem dia 17/11 (terça-feira);
  • NIS final 2 – recebem dia 18/11 (quarta-feira);
  • 3 – recebem dia 19/11 (quinta-feira);
  • 4 – recebem dia 20/11 (sexta-feira);
  • 5 – recebem dia 23/11 (segunda-feira);
  • 6 – recebem dia 24/11 (terça-feira);
  • 7- recebem dia 25/11 (quarta-feira);
  • 8 – recebem dia 26/11 (quinta-feira);
  • 9 -recebem dia 27/11 (sexta-feira);
  • 0 – recebem dia 30/11 (segunda-feira).

Já o calendário relativo à 9ª e última parcela do auxílio, que será paga em dezembro, determina o repasse nas seguintes datas:

  • Beneficiários com NIS final 1 – recebem dia 10/12 (quinta-feira);
  • NIS final 2 – recebem dia 11/12 (sexta-feira);
  • 3 – recebem dia 14/12 (segunda-feira);
  • 4 – recebem dia 15/12 (terça-feira);
  • 5 – recebem dia 16/12 (quarta-feira);
  • 6 – recebem dia 17/12 (quinta-feira);
  • 7 – recebem dia 18/12 (sexta-feira);
  • 8 – recebem dia 21/12 (segunda-feira);
  • 9 – recebem dia 22/12 (terça-feira);
  • 0 – recebem dia 23/12 (quarta-feira).

O pagamento acontece nos últimos dez dias úteis de cada mês de acordo com o Número de Identificação Social que cada Responsável Familiar possui.

Contudo, em dezembro há uma pequena diferença nos dias de pagamento devido aos feriados de Natal e Véspera de Ano Novo.

Além disso, se os casos de Covid-19 voltarem a crescer em 2021, o governo pretende não encerrar o auxílio.

Auxílio poderá continuar?

Sim. Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, se houver uma segunda onda de contaminação do coronavírus no Brasil, o governo não vai encerrar o auxílio.

Contudo, a discussão ainda é precoce e indefinida, pois não se sabe como o país reagirá em 2021 relativo à saúde. Mas caso não seja finalizado, o auxílio poderá continuar pagando os mesmos valores dos últimos meses; isto é, R$ 300 e R$ 600.

Veja ainda: Como fica o Bolsa Família depois do auxílio emergencial? Veja o que se sabe

 

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