Quando começa o Pix 2020? Confira aqui a data de lançamento

Saiba todos os detalhes do novo sistema

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Bancos tradicionais e fintechs têm feito uma forte divulgação sobre o novo sistema de transações criado pelo Banco Central. Estamos vivendo o chamado período de cadastro, mas, de fato, quando começa o Pix 2020? A dúvida ainda é comum entre muitos consumidores. Neste sábado (31) falaremos sobre isso e muito mais envolvendo o tema.

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O Pix é um novo método de transferência de recursos, pagar ou receber dinheiro, utilizando apenas a conta corrente, poupança ou carteira virtual na qual uma chave foi cadastrada.

Quando começa o Pix 2020? Confira aqui a data de lançamento
Quando começa o Pix 2020? Confira aqui a data de lançamento (Foto: Freepik.com)

Apesar do termo ainda ser desconhecido de parte do público, trata-se apenas de uma nova maneira de movimentar dinheiro entre pessoas e empresas que estiverem devidamente cadastradas.

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O período de cadastro foi iniciado no dia 05 de outubro e os bancos, por sua vez, já se movimentam em busca de angariar clientes para usarem o sistema em suas respectivas plataformas.

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Leia mais: Posso cadastrar a mesma chave Pix em bancos diferentes? Entenda

Mas quando começa o Pix 2020?

A data oficial de lançamento do Pix para toda a população e empresas é o dia 16 de novembro.

No entanto, antes disso vai haver um período de 12 dias de testes com a liberação do sistema apenas a selecionados. Esta fase de operação restrita acontecerá entre os dias 03 a 15 de novembro.

Estas pessoas e empresas serão selecionadas pelos próprios bancos, que irão participar do período de testes do Pix.

Ao todo, 762 instituições financeiras já foram aprovadas pelo Banco Central e irão poder dispor do novo sistema de transações a partir de 16 de novembro. E o alvo é todo o público brasileiro em geral.

Características principais do Pix

A ideia central do Pix, de acordo com a divulgação feita pelo Banco Central, é baratear os custos de envio e recebimento de dinheiro, de forma digital no ambiente bancário.

Além de prometer gratuidade nas transações, apenas para clientes de pessoa física, o BC garante rapidez, agilidade e praticidade no momento da transferência do dinheiro.

As transferências acontecerão apenas utilizando a chave Pix cadastrada pela pessoa favorecida.

Esta chave pode ser o número de CPF ou de telefone, assim como também o próprio e-mail ou uma sequência alfanumérica aleatória criada pelo Banco Central.

Sendo assim, será necessário apenas inserir a chave Pix fornecida pela pessoa para quem vai enviar dinheiro e confirmar a operação. Não haverá mais a necessidade de digitar todas as informações bancárias, tais como a conta corrente, agência, código do banco, nome completo e CPF do favorecido.

Também pesa a favor do Pix, na comparação com TED e DOC (meios usados atualmente), o período disponível para uso:

  • 24 horas por dia; e
  • Em todos os dias da semana, incluindo sábados, domingos e feriados.

Leia também: Como pagar com o Pix? Veja as opções que o novo sistema oferece

QR Code no Pix

Pagamentos em QR Code estático e dinâmico também são outras ferramentas disponibilizadas.

Isto é, será possível pagar ou receber dinheiro mostrando apenas o QR Code de seu Pix.

  • A função de QR Code dinâmico é voltada para empresas, que poderão atualizar o código a cada venda ou serviço realizado.
  • Já a função de QR Code estático é para pessoas comuns, que utilizam menos o serviço de receber dinheiro.

Cuidado: pessoas físicas podem ser taxados por uso do Pix ‘como empresa’

O Banco Central já confirmou, como dito antes, que os clientes de pessoa física vão poder movimentar dinheiro pelo Pix gratuitamente, e isso inclui quem tem conta cadastrada pelo seu CPF.

No caso das pessoas jurídicas, que são empresas, com conta cadastrada no CNPJ, haverá uma taxa cobrada por operação.

Mas, é possível que pessoas comuns, com conta corrente vinculada ao CPF, também receba essas mesmas cobranças, ainda sem valor definido.

Leia ainda: Imposto sobre Pix vai mesmo existir? Entenda o assunto aqui

Isso porque o sistema leria que as atividades bancárias da pessoa física estariam parecidas com o padrão das movimentações das empresas.

O regulamento do Pix detalha como atividade comercial e, assim, passível de taxa:

  • Recebimento de transferência por meio de QR Code dinâmico; e
  • Ter recebido mais de 30 transferências com Pix por mês. A cobrança, portanto, aconteceria a partir da 3ª transferência.

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