Auxílio emergencial do Bolsa Família não caiu na conta? Entenda a situação

O auxílio emergencial, pago em razão da pandemia, tem substituído o Bolsa Família desde abril, na maioria dos casos. A mudança ocorreu, especificamente, em razão dos valores mais altos; isto é, o beneficiário passou…

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Auxílio emergencial do Bolsa Família não caiu? Entenda as possíveis causas
Foto: Auxílio emergencial do Bolsa Família não caiu? Entenda as possíveis causas - Imagem: Divulgação UOL
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O auxílio emergencial, pago em razão da pandemia, tem substituído o Bolsa Família desde abril, na maioria dos casos. A mudança ocorreu, especificamente, em razão dos valores mais altos; isto é, o beneficiário passou a ter direito a uma quantia maior. No entanto, desde a segunda prorrogação da ajuda temporária, muitos atendidos pelo programa têm relatado que o auxílio emergencial do Bolsa Família não caiu na conta. Portanto, entenda hoje (23/10) as possíveis causas para o problema acontecer.

Leia também: Tem direito ao auxílio residual do Bolsa Família? Entenda para receber o dinheiro

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Auxílio emergencial do Bolsa Família não caiu? Entenda as possíveis causas
Auxílio emergencial do Bolsa Família não caiu? Entenda as possíveis causas

Auxílio emergencial não caiu na conta? Entenda o que pode ter acontecido

Se o seu auxílio emergencial não caiu na conta, certamente alguma mudança ocorreu. Para entender melhor o problema é necessário fazer uma retrospectiva.

Quando foi criado, em abril, o auxílio emergencial incluía os beneficiários do Bolsa Família. Dessa maneira tem acontecido e permanecerá assim até o final do ano (31 de dezembro), quando o auxílio residual será encerrado.

Tendo isso em vista, os participantes aptos, ou seja, aqueles que cumpriram os requisitos de participação da ajuda temporária, migraram automaticamente para o benefício de maior valor. Esta migração correspondeu a cerca de 95% dos participantes do Bolsa Família.

Desse modo, os valores foram e estão sendo depositados nas contas do Bolsa, como normalmente acontece. Além disso, os pagamentos acontecem nas datas regidas pelo calendário regular do programa.

Sendo assim, se o auxílio emergencial não caiu na conta do Bolsa Família, ele não será depositado em nenhuma outra conta.

Muitos beneficiários têm relado que o auxílio não foi depositado na conta. Porém, dois aspectos devem ser atentamente observados: calendário e regras do auxílio.

Calendário e regras do auxílio

Em relação ao calendário do Bolsa, é preciso ressaltar que os pagamentos são escalonados; isto é, as datas de saque são divididas por meio do último dígito do NIS (Número de Identificação Social).

Então, caso o beneficiário com o NIS de final 0 vá antes da data para tentar receber o benefício, fatalmente o recurso financeiro ainda não estará na conta.

O segundo aspecto, é em relação ao cumprimento das regras do auxílio. Embora o participante receba o Bolsa Família, isso não garante a permanência no auxílio.

Resumindo: veja as causas comuns para o não recebimento do auxílio residual

Em resumo, as duas situações são as mais comuns para o não recebimento do auxílio residual:

  • A data do pagamento não foi atendida (ainda não chegou a data certa do calendário do Bolsa);
  • Algum critério de participação do auxílio emergencial deixou de ser cumprido.

Exclusão do auxílio

Outra situação narrada pelos beneficiários é o recebimento somente do Bolsa, com a exclusão do auxílio.

Embora o governo não tenha prestado esclarecimentos acerca dessa mudança, tendo em vista que afirmou veementemente o recebimento do auxílio até dezembro para quem recebe o Bolsa Família, entende-se que o beneficiário foi retirado da folha de pagamento do auxílio.

Seja por descumprir algum critério (começou a trabalhar de carteira assinada, começou a receber o seguro-desemprego, começou a receber a aposentadoria, entre outros), ou por ter perdido o direito mesmo de maneira natural, nessa participação.

Contudo, a exclusão do auxílio não significa a saída do Bolsa Família, mas somente o recebimento das parcelas no valor do programa e não mais no valor da ajuda residual; visto que, é claro, não é possível receber dois benefícios simultaneamente.

✦ Finanças — Esta reportagem, publicada há 65 meses, é assinada por Daniela Marinho, colunista do Folha GO. Cearense de coração, sou formada em Filosofia pela Universidade Federal do Cariri e pós graduada em Letras. Há quase dois anos estou atuando como Redatora especialista em Produção de Conteúdo. Dessa forma, alinho duas paixões: a educação e a escrita. Essa afinidade se deve, em grande parte, ao meu amor pela literatura, sobretudo no que diz respeito às temáticas filosóficas, políticas, feministas e artísticas. Na música não é diferente: há dias de Belchior e dias de Led Zeppelin. Para sugestões, comentários e contato: (65) 99924-8700 - [email protected] Para acompanhar mais coberturas de Daniela Marinho, .

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