Bitcoin inicia em queda após sell-off de 20%

Reprodução/Redes Sociais
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Nesta terça-feira (07) de novembro, vamos te mostrar como que a criptomoeda Bitcoin abriu a semanda após sell-off de 20% ocorrido no fim de semana, que ocasionou uma baixa de mais de 20% no preço da moeda. O FolhaGO te mostra os detalhes.

Essa é a maior queda desde o mês de maio, quando o Bitcoin caiu quase 27% em um único dia, isto é, cerca de US$ 12 mil em valor de mercado.

Os registros da movimentação

Na madrugada do último sábado (4), o preço do Bitcoin registrou uma queda muito rápida, saindo de US$ 53.200 para quase US$ 42.600.

Desde esse registro, a moeda não caiu mais para menos de US$ 46 mil, ao passo que não conseguiu também ir além dos US$ 49.500. 

Bitcoin inicia em queda após sell-off de 20%
Créditos de imagem pixabay

No início da manhã desta segunda (06), estava em US$ 47.604, número que ainda representa uma queda de 3,2% e é motivo de tensão entre os investidores.

O impacto atingiu ainda as outras criptomoedas, conhecidas como altcoins, das quais boa parte das mais valorizadas caíram pelo menos 30%.

O impacto generalizado gerou, em valor, ao mercado todo mais de US$ 430 bilhões de perda, o que o fez voltar à marca de US$ 2,33 trilhões hoje.

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No entanto, os especialistas não dão nenhuma garantia de que a liquidação tenha terminado ainda, pelo contrário. A CryptoQuant, por exemplo, diz que, apesar de os investidores não estarem deixando seus ativos, as ‘baleias’ de Bitcoin continuam depositando nas corretoras.

Em suma, esse movimento dos grandes investidores aponta para a continuidade da realização de lucros no curto prazo.

Os motivos porque o Bitcoin inicia a semana em queda

A princípio, não há ainda um consenso entre os analistas sobre os motivos que ocasionaram a drástica queda do Bitcoin.

Contudo, alguns concordam que as razões estão ligadas a questões dos mercados tradicionais e a condições específicas da não-regulamentação do mercado dos criptoativos.

Bitcoin inicia em queda após sell-off de 20%
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Uma das possibilidades é a de que o cenário atual é uma resposta do movimento de aversão ao risco global e às incertezas provocadas pela nova variante ômicron.

Além disso, ao crescimento em derivados de criptomoedas, que tendem a operar no curto prazo usando moedas digitais alugadas. No final do mês de novembro, a Arcane Research já apontava o aumento dos contratos em aberto apesar da queda nos preços na ocasião.

O resultados da queda

Com o evento repentino, cerca de US$ 1 bilhão liquidaram de posições enquanto o Bitcoin e outros ativos digitais caiam no sábado.

Desde esse momento, as taxas de juros que as corretoras cobram permanecem no negativo, apontando que há pouco interesse na abertura de novas posições.

Ademais, há a possibilidade de o sell-off ter sido acelerado pelo medo de que uma regulação mais restritiva nos Estados Unidos viesse à tona. A hipótese surgiu depois de um encontro entre o atual presidente da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, Gary Gensler, e o antigo, Jay Clayton.

Na ocasião, os dois concordaram em dizer que, com exceção do Bitcoin, as demais criptomoedas serão consideradas valores mobiliários.

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