O ‘boom’ dos satélites atrai os gigantes da tecnologia, entenda mais

O mundo espacial está sendo invadido por gigantes da tecnologia

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Neste 2021, a  empresa de foguetes Virgin Orbit, de Sir Richard Branson, juntou-se a uma lista crescente de empresas privadas que podem lançar satélites em órbita nos próximos tempos. No início deste mês, 10 cargas úteis foram lançadas sobre o foguete, que foi lançado sob a asa de um dos antigos 747 jumbos do empresário.

Dono da Virgin Orbit no mundo dos satélites

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Sir Richard espera entrar no que é um mercado em crescimento para satélites pequenos e de menor custo. O espaço tem tido tradicionalmente uma barreira alta para a entrada. Hoje, apenas sete empresas compõem 75% da indústria, segundo Scott Campbell, diretor da Deloitte Ventures.

A indústria espacial vale $380 bilhões de dólares, e 60% disso é comercial. Mas antes, praticamente todo o investimento no espaço era feito pelos governos.

A primeira mudança real veio em 2011, quando o presidente americano Barack Obama abriu espaço para as empresas e agora mais perturbações estão chegando. Tradicionalmente, construir e lançar um satélite para coletar dados ou permitir comunicações custa centenas de milhões de dólares.

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Satélites (Foto: Reprodução Shutterstock)
Satélites (Foto: Reprodução Shutterstock)

Entenda mais sobre satélites

Antigamente, os satélites pesavam até seis toneladas, eram do tamanho de um ônibus e eram enviados em órbita geoestacionária – 35.786 km da Terra. Mas, hoje, a tecnologia permite enviar um chamado nanosat pesando apenas 25-50 kg para a órbita terrestre baixa (160-1.000 km acima da Terra) por entre $ 100.000 e $ 1m.

Os preços de lançamento também estão caindo porque os gigantes da tecnologia estão impulsionando a demanda. Tudo isso porque as empresas de tecnologia estão preferindo lançar seus próprios satélites a pedir autorização para os dos governos.

A verdade é que todas as indústrias de negócios podem ver-se beneficiadas pelo uso desses dados, permitindo que exista uma democratização do espaço. Sendo assim, a tendência é que cada vez mais empresários de outros âmbitos acabem investindo em tecnologias de satélites.

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OneWeb, SpaceX, Planet, Spire e Amazon colocaram 10% desses satélites desde 2016, mas há 200 empresas menores por trás deles que estão projetadas para lançar 25.000 satélites durante os próximos quatro anos.

Uma empresa menor é a NanoAvionics, fabricante da nanosat, que anunciou, em outubro, planos para criar 400 novos empregos no Reino Unido. A empresa viu as receitas aumentarem 300% no último ano.

O líder espacial da PWC UK, Dinesh Patel, diz que o mercado de nanosat vale, hoje, apenas 1,8 bilhões de libras esterlinas, mas as taxas de crescimento anual são projetadas em 20%.

Os satélites têm sido tradicionalmente usados para comunicações, serviços de TV e rastreamento do tempo, mas novas opções mais baratas estão atraindo gigantes tecnológicos com grandes planos.

Então, caro leitor, hoje em dia tem muitos mais gigantes tecnológicos com planos além do Elon Musk. Basta aguardarmos essa nova fase da tecnologia e do mundo espacial que muito empolgam a todos os fanáticos da tecnologia.

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Satélites

Para você que ainda está curioso e quer saber mais sobre o mundo dos satélites, separamos um vídeo incrível que relata mais algumas curiosidades sobre esse mundo.

(Video: Planetario da Unipampa)

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