Urgência ao PL 591/21 é aprovada e deputado comemora: “demos o primeiro passo para a privatização dos Correios”

Presidente entregou pessoalmente o projeto na Câmara

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Nos últimos dias, muito se tem falado sobre o PL 591/21, o qual trata sobre a privatização dos Correios. Embora a oposição critique veementemente a proposta e o caráter de urgência, ainda ontem (20), o projeto foi enviado à Câmara dos Deputados e tem sido fervorosamente apoiado pela base aliada do governo. Saiba mais sobre o assunto nesta quarta-feira (21/04).

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Se por um lado a oposição critica a proposta e argumenta, baseada em números, que a empresa estatal e 100% pública gera um lucro considerável, o Poder Executivo, responsável por elaborar o PL, afirma que ela não tem subsídios suficientes para se sustentar e que cabe à iniciativa privada dar um novo rumo aos Correios, bem como modificar nomes e serviços.

PL 591/21 é aprovado e vai para a Câmara

A vontade da base aliada do governo e do Poder Executivo de tornar o PL 591/21 urgente finalmente foi atendida.

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Ontem, o projeto de lei foi votado e aprovado por 280 votos. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) apareceu junto dos apoiadores e do ministro da Economia, Paulo Guedes, que entregaram pessoalmente o documento à Câmara dos Deputados.

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A oposição tenta, arduamente, impedir que o PL seja aprovado e contam com o argumento de que a empresa gera um capital de suma importância para o país, o problema se encontra no sucateamento da própria instituição e negligência com relação à gestão.

No entanto, os apoiadores do governo comemoraram a última decisão a respeito do PL 591/21. Entre eles o deputado federal Pedro Lupion (DEM-PA) que compartilhou em sua conta oficial do Twitter a seguinte foto e legenda:

Entenda melhor o projeto

A ideia principal do governo com o PL 591/21 é de que a iniciativa privada seja responsável pela administração da Empresa de Correios e Telégrafos.

Segundo a proposta, a organização e a manutenção do Sistema Nacional de Serviços Postais será de responsabilidade da iniciativa privada.

Além disso, informou a Agência Brasil:

O serviço postal universal poderá ser prestado pelos Correios, transformado em sociedade anônima com o nome de Correios do Brasil S.A., ou por empresa privada que receber a concessão.

O novo operador (Correios ou concessionário) será obrigado a praticar a modicidade de preços e cumprir metas de universalização e de qualidade definidas pelo governo dentro da política postal brasileira. A proposta abre a possibilidade de haver mais de um operador por região.

 

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