Thai Morango, bailarina de Anitta, cai em golpe e perde 50 mil

A dançarina afirma que confiou em um homem que conheceu no hotel em que estava hospedada

A bailarina da cantora Anitta, Thai Morango, foi mais uma vítima de golpe, perdendo R$ 50 mil. O caso já está sendo acompanhado pela Polícia Cívil  do Rio de Janeiro e por seu advogado.

O golpe, aplicado por um estelionatário, aconteceu quando a dançarina estava em um hotel no centro do Rio de Janeiro. Segundo o Jornal Extra, ela conheceu um homem que se identificou como Osvaldo e disse ser da Polícia Federal e intermediou a venda de dois aparelhos telefônicos para ela, que acreditou e realizou a transferência bancária para o suposto vendedor.

Thai Morango revelou que Osvaldo foi gentil durante sua estadia no local, ajudando, inclusive, em um dia que ela havia passado mal, ele a socorreu e a levou ao hospital, quando voltou ao hotel, ainda dopada, fez mais transferências paras duas outras pessoas.

A bailarina afirma que o homem pegou o celular dela e fez alguns Pix na frente dela, “eu vi tudo”, afirma.  Thai Morango foi bloqueada pelo suposto criminoso e resolveu acionar a polícia. O caso ocorreu no início do ano, mas só agora veio a público.

Segundo o jornal Extra, o verdadeiro Osvaldo foi contatado e revelou que teve sua documentação furtada e que, desde então, havia sido feitos vários estelionatos em seu nome.

Luiz Primo, advogado que representa a bailarina,  declara que trata-se de um criminoso que usa outras identidades e leva um estilo de vida confortável e rico diante dos estelionatos.

“É uma pessoa que leva um estilo de vida rica, que ostenta recursos financeiros nas redes sociais, que gosta de personificar a imagem de poder e de autoridade como a identidade de um policial, ou de sucesso financeiro, como a de um grande empresário. Vive em hotéis, sem domicílio certo, que seduz vítimas na menor visão de abertura, de forma direta e sem timidez, e que migra frequentemente para novas áreas. A vida atual dele é o estelionato e ele não pretende parar “, afirma o advogado.

Opinião da jornalista

Não é nem preciso dizer que é fundamental não entregar senhas, emprestar pertences pessoais a quem não conhecemos. Claro que algumas experiências são fundamentais para que possamos aprender de fato. Mas há coisas que podem ser evitadas com um pouco de cautela e pé a trás.

 

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