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Animais extintos podem voltar a vida? Confira mais sobre esse estudo

Novas pesquisas apontam rumos interessantes, porém ainda incertos

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As pesquisas em relação à possibilidade real de conseguir reviver animais extintos ainda são tímidas. Entretanto, alguns resultados já começam a aparecer. Nesse sentido, será mesmo possível recriar a vida de espécies há muito perdidas? Ou seria isso apenas mera especulação? É isso que iremos saber com mais detalhes agora. Veja hoje (10/04) no Cidades do Folha Go e conheça um pouco mais sobre essas pesquisas envolvendo genética e animais.

Primeiros passos para recriar animais extintos já trouxeram resultados

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A verdade é que as pesquisas envolvendo clonagem e recriação de animais extintos já começaram a exploraram novos horizontes há pouco tempo atrás.

Alguns cientistas, e de diversas partes do mundo, estudam arduamente para tentar recriar a vida do mamute. Ele que é um animal já extinto e da família dos elefantes.

Bucardo
Mas ainda estamos distantes de ver esse emblemático animal, o Bucardo, andando por aí | Imagens MundoPrehistórico

Todavia, ainda estamos distantes de ver esse emblemático animal andando por aí. No entanto, as pesquisas já apresentaram sinais de esperança.  E mesmo que pequenos, por certo trabalham para que se torne uma realidade.

Recentemente, um bucardo, tipo de cabra que já teve sua extinção, conseguiu voltar a vida por meio da utilização do material genético de sua mãe. Esta era a última exemplar da espécie, morta, portanto, em 2000.

Ousadamente, os cientistas conseguiram então criar um feto a partir desse material genético. Eles utilizaram uma outra espécie de cabra para gerar o bucardo clonado em seu útero. A princípio, tudo correu bem. O animal clonado nasceu, e com características exatamente iguais às de sua mãe. Mas infelizmente morreu minutos após o nascimento.

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Dificuldades e incertezas em relação a recriação de animais extintos

Recriação do mamute ainda é mistério - Reprodução Pixabay
Recriação do mamute ainda é mistério – Reprodução Pixabay

Apesar dos progressos em relação a todas essas pesquisas, é importante notar que nada tem garantias. Incansavelmente, os pesquisadores insistem  na questão de conseguir reviver espécies que não estão mais aqui.

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Isso porque existem diversas barreiras em relação a esse processo que dificultam chegar até o objetivo. Ademais, lidar com o germoplasma, que é o material genético utilizado com fins de pesquisa de espécies, é, portanto, desafiador.

Além da questão do germoplasma, lidar com as barreiras físicas e genéticas, sobretudo as que envolvem a recriação desses animais.

Também há outras questões, como por exemplo, encontrar um animal que possa efetivamente servir como “barriga de aluguel” para a gestação.

Além dessa solução mais óbvia, os cientistas afirmam estarem pensando em diversas outras possibilidades de então recriar  espécies extintas. De fato é um quebra-cabeça que faltam algumas peças.

Em outras palavras, como fazer isso sem utilizar o útero de outros animais? E até mesmo a gestação em laboratório aparece como opção, no entanto, ainda se encontra longe de ser uma solução viável.

Prevenção de material genético de animais ameaçados apresenta bons resultados

Atualmente cientistas brasileiros, como por exemplo Alexandre Rodrigues Silva, da Ufersa, acredita na preservação de algumas espécies em risco de extinção. É que eles apresentam bons resultados em relação a preservação do material genético dessas espécies.

Os cientistas vêm realizando então, um trabalho de coleta de sêmen de várias espécies. Principalmente, as que estão em perigo de sumir do planeta. E claro, para maximizar as chances de protegê-las.

Por outro lado, segundo Alexandre, outros estudos até o momento não indicam um total sucesso mesmo para certas espécies que ainda não estão extintas. Isso porque pouco se sabe a respeito da reprodução em relação, por exemplo, de alguns animais silvestres.

Por fim, o mais importante é que haja a proteção de todos as espécies. Dessa maneira diminui a chance de aumentar o número de animais em extinção.

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