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Com previsão de aporte emergencial, transporte coletivo de Goiânia seguirá sem reajuste em 2021

Prefeitura da capital e governo do Estado estão costurando um acordo para pagar auxílio às empresas de transporte coletivo

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A Prefeitura de Goiânia voltou a debater o transporte coletivo. Nessa sexta-feira (22), o assunto voltou à tona no Paço Municipal. O Prefeito da capital se reuniu com representantes do Governo de Goiás e discutir a saúde financeira do setor era o objetivo. Ao que tudo indica, um bom acordo está para sair do papel, isso para a alegria dos usuários do sistema.

Em primeiro lugar, é importante relembrar que o transporte coletivo de Goiânia não tem reajuste desde 2019. Houve a aprovação de um reajuste em 2020, porém devido à pandemia do novo Coronavírus, este não foi aplicado. Por isso, as empresas do transporte coletivo passaram a reclamar dos prejuízos e começaram pressionar o poder público para subsidiar o sistema. Entretanto, a Prefeitura de Goiânia não aceitou um acordo e judicializou o tema. Assim, se livrou da obrigação de pagar o auxílio às concessionárias.

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Depois que isso aconteceu, as empresas começaram a pressionar pedindo pelo reajuste e esse movimento ganhou ainda mais força em 2021. Elas alegaram não ter condições de continuar arcando com os custos do sistema e colocaram o poder público em uma situação delicada, pois o reajuste da tarifa do transporte público nunca é tratado tranquilamente.

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Como a Prefeitura de Goiânia e o Governo de Goiás irão auxiliar o transporte coletivo em Goiânia

De acordo com o discutido, um plano está sendo traçado pela Prefeitura de Goiânia e o Governo do Estado, o qual prevê o pagamento de um aporte emergencial às concessionárias. O modelo definido ainda não está posto e, conforme disse o Prefeito de Goiânia, esse plano será desenhado nos próximos dias. E isso será feito por técnicos da Prefeitura e do Governo do Estado de Goiás. De acordo com ele, haverá a disponibilização dos resultados ao Ministério Público até o dia 05 de fevereiro.

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Tudo o que o poder público quer evitar é o reajuste da tarifa em tempos de pandemia. Afinal, é notório o desgaste político que isso causa. Por isso, a ideia de ressuscitar o aporte emergencial vem ganhando força, pois auxiliar financeiramente as empresas é a saída que está sendo encontrada. Partindo desse pressuposto, o poder público quer congelar o preço da tarifa em 2021. Assim sendo, a tarifa atual, no valor de R$4,30, será mantida.

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Mudanças no sistema de cobrança de tarifas do transporte coletivo

No âmbito do transporte coletivo de Goiânia, há ainda outra proposta sendo discutida, essa trata da possibilidade de se estabelecer valores diferentes para a tarifa do transporte coletivo. Na prática, seria o fim do bilhete único, e, posteriormente, a instauração de uma cobrança por quilometragem. Dessa maneira, as cidades mais distantes da capital teriam tarifas mais caras, pois utilizam o transporte em maior quilometragem.

Contudo, esse tema não está em análise nesse momento, sendo que está em debate, mas não possui um modelo definido. Por enquanto, trata-se de uma expectativa para a melhoria do transporte coletivo. O que está se estruturando agora é o aporte emergencial, essa é a aposta feita com primazia pelo poder público.

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