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COVID-19: Governo de Goiás acende sinal de alerta no estado

Governador Ronaldo Caiado propôs a prefeitos medidas de restrição para contenção do vírus

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Nessa segunda-feira (25), uma importante reunião (virtual) aconteceu em Goiás. O Governador Ronaldo Caiado conversou com os prefeitos para falar sobre a COVID-19. E apresentou suas preocupações em relação ao assunto. Pois, de acordo com ele, a situação é complexa. E, na sua opinião, existe a urgente necessidade de se tomar medidas duras para contenção do coronavírus.

Ronaldo Caiado já havia demonstrado preocupação na entrega das vacinas de Oxford ontem (24). No ato, o Governador de Goiás afirmou que o contágio estava em alta. Assim como a ocupação dos leitos de UTI  e também os óbitos, ou seja, os indicadores são péssimos. Por isso, o Governo de Goiás marcou posição e disse ser a favor de impor medidas de distanciamento social para o combate à COVID-19.

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A atitude de Ronaldo Caiado é compreensível e ele mesmo fez questão de ressaltar isso. De acordo com ele, sua visão médica o alerta para o fato de que amanhã o estado de Goiás poderá estar numa situação crítica. Por isso, inicialmente já surgiu uma proposta: implementar a lei seca no estado após às 22h. Na prática, a venda de bebidas alcoólicas seria proibida após esse horário.

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Governador de Goiás indica preocupação com a falta de leitos de UTI para os pacientes da COVID-19

Uma das argumentações apresentadas pelo Governo de Goiás está relacionada à falta de leitos de UTI para pacientes com COVID-19. Pois, conforme sua exposição, apenas quatro cidades goianas dispõem desses leitos atualmente. E essa observação foi referendada pelo Secretário de Saúde, Ismael Alexandrino. Este afirmou que monitora os números dia a dia. E disse que o caso é preocupante. Muitos pacientes com COVID-19 precisam de UTI. Se não há vagas, o risco de morte é muito grande.

Por isso, como forma de prestar socorro aos que necessitarem, Ronaldo Caiado fez um apelo. Pediu para que fosse estudada uma maneira de transferir pacientes graves para os municípios que ainda contam com leitos disponíveis. A situação está no limite, de acordo com a sua visão.

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O Governo de Goiás já esperava pela segunda onda de infecções

A segunda onda de infecções da COVID-19 não foi uma surpresa para o Governo de Goiás. Na verdade, ela já era prevista desde o final de 2020. Pois, a situação do mundo em relação ao coronavírus já indicava isso. Haviam muitas mutações surgindo, não havia remédio e nem imunizante para a população. Portanto, o resultado sem dúvida seria esse.

E embora há poucos dias Ronaldo Caiado tenha dito que não pensava em impor maiores restrições, ele parece ter mudado de ideia. Sua esperança era que o processo de imunização já estivesse adiantado quando chegasse esse momento. Mas não foi o que aconteceu. Por isso, surgiu novamente a necessidade de ações restritivas emergenciais. A lei seca é a primeira delas.

E essa depende agora somente da adesão da maioria dos prefeitos presentes na reunião. De acordo com o Governador de Goiás, a lei seca será decretada tão logo a maioria dos prefeitos se manifestem a favor. Para isso, eles estão respondendo a uma enquete. E o resultado determinará os rumos de Goiás nos próximos dias.

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