O Pix vai ter custo para MEI e pessoa física? Entenda

O sistema desenvolvido pelo Banco Central (BC) com a intenção de facilitar as transações financeiras já funciona no país

Hoje, 12 de dezembro, faz quase um mês que os brasileiros podem usufruir dos benefícios de uma nova tecnologia de pagamentos: o Pix. Mas diante de tanta facilidade, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre a promessa de isenção das taxas das operações. Afinal, o Pix vai ter custo para quem é MEI ou pessoa física? 

O sistema foi desenvolvido pelo Banco Central (BC) com a intenção de facilitar as transações financeiras. O órgão definiu, antes do lançamento, que as operações bancárias feitas pela nova tecnologia seriam com a isenção de taxas.

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Porém, o que poucos sabiam antes de sua utilização era que essa tal isenção teria algumas exceções. Portanto, vale aqui a ressalva de que é possível que algumas transferências estejam sendo taxadas.

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Como funciona o PIX

A ideia principal na criação do sistema, como já explicado, era a de facilitar ainda mais as transferências. Desse modo, com o Pix, o usuário poderá receber e transferir dinheiro em qualquer dia da semana, independentemente da hora.

Para tanto, terá que cadastrar uma chave na instituição financeira em que fizer uso do recurso. Assim, quando as operações forem feitas, basta informar a escolha cadastrada. As chaves podem ser o CPF, e-mail, telefone ou um código aleatório que será criado na hora.

Apesar das facilidades prometidas, algumas pessoas ainda seguem receosas na utilização da tecnologia. O Banco Central, por sua vez, afirma que há toda a garantia e segurança para o usuário.

No entanto, mesmo sendo lançado recentemente, já é possível encontrar 14 reclamações no site Reclame Aqui.

Entre essas reclamações é possível observar alguns usuários relatando problemas com a transferência financeira. Todas ainda sem resposta.

No que tange à questão dos custos nas transações, é importante mencionar que não há nenhum questionamento.

Quando o Pix vai ter custo

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O Pix vai ter custo para MEI e pessoa física? Entenda
O Pix vai ter custo para MEI e pessoa física? Entenda | Foto: RawPixel

Por mais que a tecnologia tenha chamado a atenção pelo fato da inexistência das taxas, saiba que em algumas situações o Pix vai ter custo. Mas em quais momentos será cobrado?

O Banco Central afirma que pessoas físicas e  MEI não irão pagar pelas transferências. Mas as instituições financeiras irão arcar com os custos das transferências que realizarem, ainda que sejam mínimos. Logo, a cada 10 transações, R$ 0,01 será cobrado.

Para esse grupo citado (pessoas físicas e MEI) terão dois momentos, entretanto, nos quais uma cobrança poderá ser feita. O primeiro caso é quando o cliente receber pagamento pela venda de algum produto ou serviço, e o segundo, quando a transferência for feita via telefone ou atendimento presencial.

Lembrando que as pessoas jurídicas poderão ter uma taxa fixa durante as transações, dependendo da instituição bancária de onde se é cliente.

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Qual será o valor das taxas?

Agora que as situações nas quais o Pix vai ter custo foi esclarecida, podem surgir as dúvidas em relação aos valores das taxas.

Mas de acordo como Banco Central, elas (as taxas) serão definidas pelas próprias instituições financeiras.

O Banco Central também estabeleceu que os valores deverão ser, no caso das pessoas jurídicas, inferiores àqueles cobrados pelas transações padrões. O que resta agora é esperar mais tempo para que uma análise melhor sobre a tecnologia possa ser feita.

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