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Por que meu auxílio emergencial não caiu na conta digital? Saiba aqui

Diversos motivos podem fazer com que o auxílio seja suspenso, portanto, vale atenção às regras

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Por que meu auxílio emergencial não caiu na conta digital? – Desde o início do repasse dos pagamentos do benefício provisório aos trabalhadores informais e desempregados durante a pandemia, uma série de erros, falhas e instabilidades causadas no aplicativo Caixa Tem, tiram a paciência e dificultam a vida dos beneficiários.

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A poupança social digital, movimentada pelo Caixa Tem, foi criada inicialmente para agilizar os pagamentos do benefício do auxílio emergencial, assim como também do BEm (Benefício emergencial de manutenção do emprego e renda).

Em seguida, o FGTS emergencial também começou a ser repassado pela Caixa Econômica Federal para os trabalhadores com direito ao saque, através do mesmo aplicativo. Neste momento, são mais de 90 milhões de contas digitais abertas pela CEF.

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Por que meu auxílio emergencial não caiu na conta digital
Por que meu auxílio emergencial não caiu na conta digital

E em muitos casos, existe relatos de que o dinheiro não caiu na poupança digital. Mesmo após a data prevista no calendário.

No caso do auxílio emergencial, de combate à pandemia de coronavírus, existe algumas possibilidades que podem fazer com que o dinheiro não tenha sido depositado realmente.

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Leia mais: Vai sair o pagamento da 6ª parcela do auxílio emergencial a nascidos em agosto; saiba mais

Então, por que meu auxílio emergencial não caiu na conta digital?

Existem relatos de que o benefício vinha sendo pago normalmente, mas após uma determinada parcela parou de ser repassado.

Um motivo que pode ter gerado a suspensão do repasse do pagamento a este benefício é a suspensão do auxílio.

Vale ressaltar que o benefício de auxílio emergencial pode ser suspenso a qualquer momento. Para isso, basta a Caixa e a DataPrev identificarem que um cidadão não faz mais parte dos requisitos estipulados pela Lei 13.982/20.

Como por exemplo, um cidadão que vinha recebendo auxílio e passou a trabalhar com carteira assinada, não tem mais direito ao benefício.

Essa averiguação é feita mensalmente pela base de dados da DataPrev, empresa responsável por liberar os pedidos de cadastro.

Leia também: Governo prorroga suspensão do contrato de trabalho até dezembro; Veja consequências disso

Suspeita de fraude também pode causar suspensão do benefício

Em outros casos, a Caixa Econômica Federal simplesmente suspende o pagamento do benefício caso seja detectada alguma suspeita de irregularidade cadastral ou inconsistência em relação aos dado informados.

Isso porque, o Caixa Tem, desde o início do mês de abril, tem sido alvo constante de ataques de cibercriminosos que conseguem acesso à conta de cidadãos com direito ao benefício; utilizando o CPF do beneficiário e obtendo vantagens ilicitamente.

Nesse tipo de caso, a Caixa trava a utilização do saldo disponível na poupança social digital até que o usuário comprove, com o envio de documentos, que de fato é o real dono do cadastro.

Recentemente, beneficiários do saque emergencial do FGTS também relataram ter sofrido este tipo de golpe através do Caixa Tem.

Regras a partir da 6ª parcela aumentaram o rigor

Após as cinco parcelas terem sido pagas, o governo federal confirmou a sequência do auxílio emergencial por mais quatro meses. Com isso, estão sendo pagas quatro parcelas de R$ 300 até o mês de dezembro.

E para fazer parte do auxílio extensão ou auxílio residual, como indica a Medida Provisória 1.000/2020, é necessário cumprir os requisitos atualizados.

Como por exemplo:

  • Seguir como trabalhador informal, MEI ou ainda estar desempregado. Isto é, quem adquiriu emprego durante o programa não vai receber as quatro últimas parcelas;
  • Não receber outro tipo de benefício social (com exceção do Bolsa Família), assim como também não é permitido receber benefício previdenciário ou trabalhista, como seguro-desemprego;
  • Ter renda mensal familiar por pessoa de até meio salário mínimo ou até três salários mínimos como renda mensal familiar total;
  • Em 2020, ter declarado no Imposto de Renda um valor de até R$ 28.559,70 como rendimentos tributáveis.

Após entender por que meu auxílio emergencial não caiu na conta digital, quero saber se vou continuar recebendo

É possível verificar a situação de seu cadastro no auxílio emergencial através do site ou aplicativo onde foi feito o cadastro. Ou também pelo site da DataPrev.

Nos dois casos, basta inserir informações de CPF, data de nascimento, nome completo e nome da mãe.

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Ao realizar o acesso, a mensagem mostrada deve ser a seguinte: “Aprovado para a extensão do auxílio emergencial”.


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